_ Foi ontem, numa manhã cheia de sol, que nos despedimos da Mónica.
Dizer que a Mónica era especial é dizer pouco. Conheci-a quando orientava a catequese juvenil, há já alguns anos, e foi impossível deixar de ficar impressionada com aquela morenita cheia de vida e boa disposição. Tinha sempre tempo para tudo: para estudar, para ser enfermeira, para dar catequese, para orientar os grupos de jovens, para escrever para o Jornal da Paróquia. Sempre sorridente, sempre bem disposta, sempre activa.
A igreja de S. Tiago estava cheia com as pessoas que a conheciam e que lhe queriam bem. O coro, feito com os amigos e os jovens, ofereceu-lhe uma eucaristia cheia com os cânticos que ela tanto gostava: vivos, animados, alegres.
A passagem da Mónica pela nossa vida vai deixar saudades. Para quem acredita que as coisas não terminam aqui – como disse o Padre Vasco – não é um “adeus” mas apenas um “até breve”. Cheio de carinho, de amizade, de saudade.
Até breve, Mónica.