mais do mesmo

. prestes a enviar (mais) uma versão do meu projecto, reformulado por situações alheias à minha vontade – reformular um 18 é estranho, confesso – decidi colocar aqui a foto que marcou esta manhã de 3 de Setembro: a revisão final.

o monstro branco que se vê, meio desfocado, em primeiro plano, é a minha gata Reca II (filha de Reca I, herdeira de sabe-se lá o quê), que tem uma panca acentuada por roupa preta, trabalhos impressos e livros que não me pertencem…

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feito


.  E pronto. Ao fim de quase mês e meio de labuta, muito café, muito nesquick, muitas dores de cabeça e de ombros, muitos “espera-se” e “pretende-se”, muito condicional, muitos nervos e muitos amuos familiares, lá enviei o projecto (quase) final.

Mas… o trabalho ainda não terminou, não. Agora a menina mónica vai ter que tratar de muuuita coisa, pegar nos livrinhos que estão a ganhar pó há semanas, ler as revistinhas e os blogs, fazer mapinhas, pensar um bocadinho e rezar a todos os anjinhos para que tudo dê certo, para que os seus doutores não a mandem dar uma curva e uma certa pessoa decida continuar a ser inovadora. É muita coisa, para dois meses de trabalho. E muita reza…

De resto, e nesta fase tão importante, marcante, aliviante e outras coisas acabadas em ante da minha vida, tenho que agradecer a uma carrada de pessoas: à Olga e à cacau, grandes compañeras de mi bida, que me têm aturado desde maio. À Ib, pelas conversas das duas da manhã, com o msn a ir abaixo e o skype sempre a bombar. Aos meus doutores, que têm tido uma paciência de Job comigo, pois chateio pouco mas incomodo muito. A um certo mestre, que já se deve ter arrependido de me ter recebido em audiência. À minha colega Cris, que tem aguentado as pontas aqui no trabalho quando fecho a porta e me afundo em artigos e citações. À minha mãe, que nem sabe que a filha tem um blog mas que ouviu com interesse a explicação daquilo que seria o trabalho e telefonou, num certo domingo, a avisar: “Mónica, está a dar na Sic uma reportagem sobre aquilo dos bonecos na internet que a tua turma está a estudar”. Grande Mãe! Isso e a arrumação da minha roupa foram factores decisivos para o bom andamento do meu projecto.

E, finalmente, last but not least, um agradecimento muito especial à Anabela, grande amiga, mentora, tudo! A primeira pessoa (extra docs) a ler a minha proposta, e a única que, no meio daquele caos de palavras e vírgulas e afins, entendeu que eu não queria estudar as FERRAMENTAS mas as comunidades, que não queria estudar uma wiki mas o trabalho que ela proporciona. Se algum dia leres isto (e espero sinceramente que não chegues a passar por esse trauma), continuo disponível para te explicar tudo o que quiseres… por skype ou telefone, conta comigo 🙂

E como isto já vai mais longo que o discurso da Miss Universo aquando da sua coroação, termino. Viva la revolucion! Qual Sousa Veloso no seu “TV Rural”,

despeço-me, com amizade.

(a alguém que deve estar chocado com o que acabou de ler: Olga, isto sou eu, no meu estado puro, como já deverias saber pelas nossas conversas no msn. os posts pseudo-intelectuais são devaneios e delírios provocados pelos artigos, tipo varicela. um destes dias mostro-te um outro blog, e aí sim vais bloquear o meu endereço, apagar o meu contacto do skype e jurar a pés juntos a quem te quiser ouvir que nunca tiveste qualquer contacto com a minha pessoa :P)

caixa de arquivo…


. … porque diário de bordo já estava ocupado.

a intenção por detrás deste blog: criar um espaço na net onde possa colocar as reflexões resultantes desta missão quase impossível – o Mestrado em MMEdu, uma espécie de diário de bordo onde possa ir registando as dificuldades, avanços, resumos de leituras, etc.

porquê? porque os portáteis ainda são pesados, porque guardar documentos em disquete é um risco (e em pen também) e porque sou contra o abate desnecessário de árvores.

hoje terminou (quase) o primeiro de uma série de módulos que terei que fazer este ano, na parte curricular deste Mestrado. trabalhámos bastante, lemos muito, dormimos pouco. mas parece-me que o resultado é francamente positivo: modéstia à parte, o nosso trabalho estava mesmo bom : )

agradeço por isso aos meus colegas, pessoas fanásticas que aprendi a conhecer, que me ajudaram a não desistir e a persistir. aquilo que, com eles, aprendi nestas semanas, é como o “slogan” da WordPress: grátis, mas sem preço!