Dia 3, volume II


Dia 3
Dia de DeCA. Dia de ir à UA, numa fugida, buscar os livros e as pastas que fazem falta há já algum tempo e que irão servir, neste mês de julho, como apoio a textos que ainda têm de ser feitos.
Fazer a estrada de carro, sozinha, a ouvir rádio, soube bem.
Estacionar nas traseiras do DeCA soube bem. Dizer olá ao Sr Vítor – depois de ter entrado, aguardado 5 segundos num tapete com desinfetante, higienizado as mãos e verificado se a máscara estava bem colocada – soube bem. Ver o Gabriel e trocar com ele uma antebraçada soube bem 🙂

Depois foi pedir a chave “já nem sei qual é o número da sala!”, subir as escadas, abrir a porta do DigiMedia, e arrumar as minhas coisas num caixote. Agora é organizar tudo cá em casa, para mais um mês de trabalho mais remoto que presencial, e está feito.

Há pouco, comentando um outro post, o Nelson Zagalo dizia que “Estamos quase de volta, falta pouco”.
E soube tão bem ler isso 🙂

O DeCA está cheio de setas, de indicações, de orientações. Foi estranho, são tempos estranhos. Mas, nestes 15 minutos que estive lá dentro – desde que atravessei a porta de entrada até sair em direção ao carro – senti que aquela “casa” (que também é um pouco nossa) está pronta para nos receber.

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