. Acordar e fazer a cama.
Reunir, falar com alunos.
Ligar aos pais, pela terceira (ou quinta?) vez.
Falar com os irmãos.
Mentalizar que vai passar – porque vai -, só não se sabe quando.
Nem como. Mas vai passar.
Pensar nos amigos que trabalham nos hospitais, nas clínicas.
Enviar um abraço em pensamento, porque a atenção deles não deve ser perturbada por nada.
Pensar na(s) Ana(s), na(s) Rita(s), na(s) Sara(s), no(s) Júlio(s).
Pensar nos professores (da Mariana, da Margarida), nos educadores.
Perceber que há uma razão para a educação de infância ser uma profissão e não um serviço de voluntariado…
Apanhar tangerinas.
Fazer sopa.
Ovar prepara-se para declarar estado de calamidade.
As urgências pediátricas de Aveiro fecham.
A Margarida perdeu (mais) um dente.
Esta noite, a #FadaDosDentes vai estar de serviço
