. Acordar com a luz do sol. Pensar que já são 8 horas.
Chegar à cozinha e perceber que pouco passa das 6 e meia.
No escritório que já foi quarto e que agora é de novo escritório,
misturam-se papéis e manuais, brinquedos e canetas.
Percebo, pelo passar dos dias, que precisamos de organização.
De metas, de objetivos alcançados.
E foi talvez por isso que, nos 14 dias que já estamos em casa, este foi o primeiro em que lhes dei “tarefas” – coisa pouca, mas suficiente para lhes dar (a elas) o sentimento de chegar ao fim do dia e ter feito algo.
Seja de igual, seja de diferente.
Temos agora uma folha na parede, onde “O que fizemos hoje” se estende em letras gordas.
“Ajudei a minha mãe a fazer as tarefas”, “Fiz a ficha da página 20”, “Pintei dois desenhos”, “Brinquei com os Pinipons”.
Por cada pequena meta, um coração.
A Magui diz que amanhã são estrelas
